Cristo é a semelhança perfeita do Deus invisível. ELe já existia antes de Deus criar qualquer coisa, e, de fato, o próprio Cristo é o Criador que fez tudo no céu e na terra, as coisas que podemos ver e as que não podemos; o mundo espiritual com seus reis e reinos, seus governantes e suas autoridades; todos foram feitos por Cristo para seui próprio proveito e glória. Ele existia Cristo é a semelhança perfeita do Deus invisível. Ele já existia antes de Deus criar qualquer coisa, e, de fato, Ele é a Cabeça do corpo formado pelo Seu povo - isto é, sua igreja - começou por Ele; e Ele é O Líder de todos os que se levantam dentre os mortos, de modo que Ele é primeiro em tudo; porque Deus queria que tudo dele mesmo estivesse em seu Filho.
Foi por meio daquilo que seu Filho fez que Deus abriu um caminho para que tudo viesse a Ele, todas as coisas no céu e na terra, pois a morte de Cristo na cruz trouxe para todos a paz com Deus através de seu sangue. Isto inclui vocês, que antes estavam tão longe de Deus. Eram inimigos dele e O odiavam, e estavam separados dele pelos seus maus pensamentos e ações; contudo, agora Ele fez vocês voltarem a ser seus amigos. Ele fez isso por meio da morte do seu próprio corpo humano na cruz, e agora, como resultado, Cristo trouxe vocês à presença do próprio Deus, e vocês permanecem firmes diante dele, nada mais havendo contra vocês, nada que Ele pudesse repreender em vocês: a única condição é que vocês creiam inteiramente na Verdade, ficando firmes e seguros nela, fortes no Senhor, convictos da Boa Nova de que Jesus morreu por vocês, e nunca vacilando na confiança nele como Salvador. Esta é a noticia maravilhosa que chegou a cada um de vocês e agora está se espalhando pelo mundo inteiro. E eu, tenho a alegria de contá-la aos outros.
É isso... colossensses 1:15 a 23
sexta-feira, 31 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Gostaria de compartilhar esse texto de uma garnde amiga minha, Vaninha a qual me abençoa mtooo...
Na profissão de Psicoterapeuta, para que o Psicólogo possa ajudar um paciente é importante que este fale o que sente e como sente. Isto porque sua fala é o instrumento de trabalho deste profissional. É preciso que ele verbalize para que se conheça o que se passa com ele. O mesmo ocorre na nossa vida com Deus.
Bem sabemos que Deus conhece todas as coisas, que Ele nos sonda e conhece nosso pensar e nosso falar (Salmos 139). Mas é necessário que falemos a Deus o que sentimos, é importante que contemos a Deus, pois isto é o que chamamos de oração, conversar com Deus, uma vez que nesta conversa podemos sentir que Deus está nos ouvindo e perdemos o “medo” ou a “vergonha” de contar-lhe os nossos erros. Diferente do processo terapêutico é o relacionamento de Deus com a pessoa que o procura, o terapeuta tem por questões éticas manter uma neutralidade com o paciente, ele ajuda o paciente, mas sua relação com este tem um limite, onde a intimidade do terapeuta não é revelada ao paciente. Com Deus meu querido, é diferente, Deus permite que o conheçamos (Oséias 6.3) e não existe neutralidade, não existe um limite na nossa relação com ele, podemos conhecê-lo intimamente se o desejarmos e buscarmos (Jeremias 29.14). Numa relação terapêutica o psicólogo por mais que goste de seu paciente, não deve tornar-se “amigo” de seu paciente (entendendo amigo como o que já foi descrito acima sobre intimidade entre ambos, compartilhando momentos e experiências de ambos e não de um só como é o caso do processo terapêutico que apenas o cliente descreve suas experiências e momentos felizes ou não), no relacionamento com Deus ocorre o oposto, Deus nos chama de filhinhos, de amigo (Tiago 2.23).
Outro ponto que acho relevante é que o Psicólogo acredita no que ele faz e tem certeza que seu método é eficiente, pois conhece seu método e ver resultados no que faz. Diante deste ponto quero frizar algo diferente, quando dizemos que conhecemos a Deus será que realmente o conhecemos. Se o conhecemos porque ainda duvidamos do que Ele pode fazer, será que o conhecemos ou conhecemos apenas o que ele já fez? Será que o conhecemos só de ouvir falar ou os nossos olhos podem vê-lo, podem contemplar sua presença, seu cuidado. E as experiências que tivemos com Deus, será que podemos contar alguma ou apenas vivemos as experiências de outros, Deus é real meu querido e Ele ainda vive, você pode dizer que conhece o Deus que age hoje? Você pode ver Deus agindo neste momento? Você pode contemplar Deus agindo amanhã? Você conhece o que Deus fez ou conhece o que Deus está fazendo?
É hora de pensarmos, se não estamos pregando o evangelho a que se deve isto? Será que estamos realmente vivendo a vida de Deus, para falarmos em que acreditamos e dizer para as pessoas o que Deus pode fazer na vida de um ser humano como ele pode mudar o comportamento, a maneira de pensar, os pensamentos de uma pessoa? E se estamos pregando será que as pessoas estão acreditando no que falamos, será que sentem Deus em mossas vidas, no nosso falar, na nossa “postura” (não quero me referir a uma postura de formalidade, mas a uma postura cristã de testemunho de vida, de atitudes que declarem Cristo em nós)?
Como está seu relacionamento com Deus? Existe neutralidade? Existe intimidade? Existe comunhão? Deus pode chamar-me de amigo? Estou procurando conhecer a Deus? Estou falando-lhe o que se passa comigo e pedindo ajuda?
É interessante ressaltar que no processo terapêutico para que ocorra mudanças é necessário que o paciente contribua, é necessário que ele permita que haja mudanças em sua vida, assim para que sua vida espiritual mude é preciso que você se disponha em fazer a vontade de Deus, que você se entregue neste processo, que você permita Deus usar tua vida, pois Deus não é mal educado, ele não age sem tua permissão.
Qual tem sido tua visão de Deus? Você vê a Deus como um tipo de terapeuta que pode ajudar-lhe a entender teu problema e te auxilia a encontrar solução ou tem visto a Deus como Ele é? Pois Ele é Deus, um Deus amoroso, amigo, Pai, que sabe corrigir seus filhinhos, sabe repreender seus filhinhos e quer ter um relacionamento contigo que vai além de um processo terapêutico de 2 ou 4 anos, vai além do que tua mente pode imaginar, pois Ele permite ser conhecido e quer ter um relacionamento eterno contigo. Você tem procurado conhecer a Deus? Você o conhece? Quem é Deus? O que Ele está fazendo? Quais têm sido tuas experiências com Deus?
“O homem que tem uma experiência, nunca ficará a mercê daquele que só tem argumentos”.
Quero deixar-lhes claro que primeiramente Deus falou comigo, pois encontro-me em um momento de carência espiritual em minha vida, já provei de Deus e sei o quanto que é gostoso está em sua presença, e decidi que não quero apenas viver de experiências que já tive, mas das experiências que terei e que estou tendo, pois existe mais de Deus. Quero buscar este mais, pois não me satisfaço mais com migalhas, quero Pão.
Escrever relacionando um pouco da prática profissional com prática espiritual leva-nos a refletir mais sobre como crescer espiritualmente a partir do cotidiano. Deus faz isto, nos ajuda a enxergar as coisas diferentes, e este tem sido um clamor, que minha vida acadêmica me aproxime mais de Deus.
Criado por Edvânia Guedes
Na profissão de Psicoterapeuta, para que o Psicólogo possa ajudar um paciente é importante que este fale o que sente e como sente. Isto porque sua fala é o instrumento de trabalho deste profissional. É preciso que ele verbalize para que se conheça o que se passa com ele. O mesmo ocorre na nossa vida com Deus.
Bem sabemos que Deus conhece todas as coisas, que Ele nos sonda e conhece nosso pensar e nosso falar (Salmos 139). Mas é necessário que falemos a Deus o que sentimos, é importante que contemos a Deus, pois isto é o que chamamos de oração, conversar com Deus, uma vez que nesta conversa podemos sentir que Deus está nos ouvindo e perdemos o “medo” ou a “vergonha” de contar-lhe os nossos erros. Diferente do processo terapêutico é o relacionamento de Deus com a pessoa que o procura, o terapeuta tem por questões éticas manter uma neutralidade com o paciente, ele ajuda o paciente, mas sua relação com este tem um limite, onde a intimidade do terapeuta não é revelada ao paciente. Com Deus meu querido, é diferente, Deus permite que o conheçamos (Oséias 6.3) e não existe neutralidade, não existe um limite na nossa relação com ele, podemos conhecê-lo intimamente se o desejarmos e buscarmos (Jeremias 29.14). Numa relação terapêutica o psicólogo por mais que goste de seu paciente, não deve tornar-se “amigo” de seu paciente (entendendo amigo como o que já foi descrito acima sobre intimidade entre ambos, compartilhando momentos e experiências de ambos e não de um só como é o caso do processo terapêutico que apenas o cliente descreve suas experiências e momentos felizes ou não), no relacionamento com Deus ocorre o oposto, Deus nos chama de filhinhos, de amigo (Tiago 2.23).
Outro ponto que acho relevante é que o Psicólogo acredita no que ele faz e tem certeza que seu método é eficiente, pois conhece seu método e ver resultados no que faz. Diante deste ponto quero frizar algo diferente, quando dizemos que conhecemos a Deus será que realmente o conhecemos. Se o conhecemos porque ainda duvidamos do que Ele pode fazer, será que o conhecemos ou conhecemos apenas o que ele já fez? Será que o conhecemos só de ouvir falar ou os nossos olhos podem vê-lo, podem contemplar sua presença, seu cuidado. E as experiências que tivemos com Deus, será que podemos contar alguma ou apenas vivemos as experiências de outros, Deus é real meu querido e Ele ainda vive, você pode dizer que conhece o Deus que age hoje? Você pode ver Deus agindo neste momento? Você pode contemplar Deus agindo amanhã? Você conhece o que Deus fez ou conhece o que Deus está fazendo?
É hora de pensarmos, se não estamos pregando o evangelho a que se deve isto? Será que estamos realmente vivendo a vida de Deus, para falarmos em que acreditamos e dizer para as pessoas o que Deus pode fazer na vida de um ser humano como ele pode mudar o comportamento, a maneira de pensar, os pensamentos de uma pessoa? E se estamos pregando será que as pessoas estão acreditando no que falamos, será que sentem Deus em mossas vidas, no nosso falar, na nossa “postura” (não quero me referir a uma postura de formalidade, mas a uma postura cristã de testemunho de vida, de atitudes que declarem Cristo em nós)?
Como está seu relacionamento com Deus? Existe neutralidade? Existe intimidade? Existe comunhão? Deus pode chamar-me de amigo? Estou procurando conhecer a Deus? Estou falando-lhe o que se passa comigo e pedindo ajuda?
É interessante ressaltar que no processo terapêutico para que ocorra mudanças é necessário que o paciente contribua, é necessário que ele permita que haja mudanças em sua vida, assim para que sua vida espiritual mude é preciso que você se disponha em fazer a vontade de Deus, que você se entregue neste processo, que você permita Deus usar tua vida, pois Deus não é mal educado, ele não age sem tua permissão.
Qual tem sido tua visão de Deus? Você vê a Deus como um tipo de terapeuta que pode ajudar-lhe a entender teu problema e te auxilia a encontrar solução ou tem visto a Deus como Ele é? Pois Ele é Deus, um Deus amoroso, amigo, Pai, que sabe corrigir seus filhinhos, sabe repreender seus filhinhos e quer ter um relacionamento contigo que vai além de um processo terapêutico de 2 ou 4 anos, vai além do que tua mente pode imaginar, pois Ele permite ser conhecido e quer ter um relacionamento eterno contigo. Você tem procurado conhecer a Deus? Você o conhece? Quem é Deus? O que Ele está fazendo? Quais têm sido tuas experiências com Deus?
“O homem que tem uma experiência, nunca ficará a mercê daquele que só tem argumentos”.
Quero deixar-lhes claro que primeiramente Deus falou comigo, pois encontro-me em um momento de carência espiritual em minha vida, já provei de Deus e sei o quanto que é gostoso está em sua presença, e decidi que não quero apenas viver de experiências que já tive, mas das experiências que terei e que estou tendo, pois existe mais de Deus. Quero buscar este mais, pois não me satisfaço mais com migalhas, quero Pão.
Escrever relacionando um pouco da prática profissional com prática espiritual leva-nos a refletir mais sobre como crescer espiritualmente a partir do cotidiano. Deus faz isto, nos ajuda a enxergar as coisas diferentes, e este tem sido um clamor, que minha vida acadêmica me aproxime mais de Deus.
Criado por Edvânia Guedes
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Loucos???

Olhares vagos em busca de algo que traga alegria, falas que não são ouvidas querendo encontar alguém que lhe volte a atenção... Histórias que aos nossos olhos parece não ter um pingo de fundamento, mas são ditas com toda emoção e convicção. Música alta a fim de amenizar o sofrimento de muitos... Esse foi o cenário que me deparei ao entrar na ala de visitas do complexo psiquiátrico.
Um sentimento de compaixão e tristeza penetraram nessa cena. O que nos garante que o mundo de cada um deles é errado?... Talvez a nossa realidade seja muito mais assustadora que a deles.
Entender o "mundo" do outro é um desafio para cada um de nós. Talvez seja mais fácil mesmo excluirmos pessoas assim ou simplesmente rirmos de suas conversas. Deixamos de lado a história de vida de cada um, esquecermos que são pessoas que sentem, que choram, que passaram por experiências boas e ruins... Enfim, é mais fácil rotulá-las de loucas.
Por que desprezamos os sentimentos do outro?...
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